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Links de e-mail por tenant
Objetivo: dizer qual e-mail leva para o endereço próprio da empresa e qual leva para o domínio da aplicação, e por quê.
O que faz: define, por tipo de e-mail, para onde o link aponta. O que NÃO faz: não descreve o bloqueio por tenant, que está em Ambiente da empresa e SSO.
Por que isso importa
Como toda empresa tem subdomínio, um link que sempre caísse na entrada genérica daria uma experiência quebrada: a pessoa clica, chega num lugar sem marca nenhuma e ainda precisa achar a empresa certa. Pior no caso de membros, que perderiam o caminho do SSO.
A regra que resolve isso é curta: e-mail que leva a área logada da empresa aponta para o ambiente dela.
Como o endereço é resolvido
Um único serviço decide o endereço base, tentando nesta ordem:
- Pela empresa: usa o subdomínio da empresa dona do e-mail. É a forma preferida nos e-mails transacionais.
- Pela origem: quando a ação partiu de uma requisição web, usa o subdomínio de onde a pessoa estava, para não tirá-la do ambiente.
- Pelo subdomínio conhecido, quando ele já vem dado.
Se a empresa não tem subdomínio, o link cai na aplicação principal. Nenhum e-mail fica sem link válido.
Quais e-mails vão para o subdomínio
| O que o link abre | |
|---|---|
| Recuperação de senha | Tela de nova senha no ambiente da empresa |
| Convite e primeiro acesso | Definição de senha e ativação, no ambiente da empresa |
| Desbloqueio de conta | Fluxo de desbloqueio no ambiente da empresa |
| Link de portfólio (import legado) | Portfólio importado, no ambiente da empresa |
O comportamento de cada fluxo (validade, efeito) não muda. Só muda o endereço base.
Por que os portais públicos ficam fora
Os portais de contraparte continuam no domínio da aplicação, de propósito:
- Assinatura
- Revisão
- Negociação
- Onboarding
- Publicação de contrato
Três motivos:
- São autenticados por token, não por senha nem SSO. O link já identifica o recurso e a pessoa.
- Não devem carregar a marca da empresa: a contraparte muitas vezes não pertence a ela e não deve ser levada para o ambiente corporativo dela.
- Fronteira de sessão: manter esses portais na aplicação principal evita misturar a sessão pública com a sessão do tenant, que é presa ao ambiente.
O Portal do Cliente segue essa mesma lógica: o link mágico abre fora do subdomínio quando o cliente não tem conta, e manda para o login do tenant quando ele tem.
As regras
- RN-001 E-mail que leva a área logada da empresa usa o subdomínio dela.
- RN-002 A resolução do endereço é centralizada num serviço único, que tenta por empresa, por origem e por subdomínio, nessa ordem.
- RN-003 Sem subdomínio, o link usa a aplicação principal. Nenhum e-mail fica com link inválido.
- RN-004 Os portais públicos de contraparte permanecem no domínio da aplicação.
- RN-005 A troca do endereço base não altera nada no resto do fluxo.
Exemplos
- Feliz: João Exemplo, membro da Acme, pede recuperação de senha. O link chega em
acme.contrasync.come ele redefine a senha já no ambiente da empresa. - Borda: uma empresa antiga ainda sem subdomínio convida um colaborador. O link cai na aplicação principal, pelo fallback, e o primeiro acesso funciona normalmente.
- Falha evitada: Maria Exemplo, contraparte da Acme, recebe o link de assinatura. Mesmo com a Acme tendo subdomínio, o link abre o portal público no domínio da aplicação, sem levá-la ao ambiente corporativo.
Métricas
- M-001: e-mails de área logada com link no subdomínio quando a empresa tem um, alvo 100%.
- M-002: portais públicos servidos no domínio da aplicação, alvo 100%.
- M-003: e-mails com link inválido por falta de base, alvo zero.
Compliance
- Segurança: manter os portais públicos fora do subdomínio preserva a fronteira entre a sessão pública e a corporativa, e reduz o risco de escalonamento de acesso.
- PII: esta página não usa dado real.
- Auditoria: os fluxos reaproveitam o registro de acesso existente. Só o endereço base muda.