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Integrações
Objetivo: conectar a Contrasync ao ERP e ao CRM que a empresa já usa, para o contrato assinado virar faturamento sem redigitação.
O que faz: descreve o que cada integração habilita e como os cadastros do provedor viram contratos aqui. O que NÃO faz: não detalha credenciais nem infraestrutura, e não serve de ponte de migração entre um CRM e outro.
O catálogo
| Integração | O que habilita |
|---|---|
| Armazenamento de documentos | Guarda com segurança os PDFs de modelos e contratos |
| Assinatura eletrônica | Envio dos contratos para assinatura das partes |
| Convites, lembretes e avisos de conclusão | |
| Webhooks | Aviso automático aos sistemas da empresa quando algo relevante acontece |
| ERPs | Omie, Conta Azul e Bling |
| CRMs | HubSpot, Pipedrive e Salesforce |
Quando a integração pronta não cobre o caso, há webhooks e API.
Onde se configura
Em Configurações da empresa, aba Integrações, o proprietário e os administradores listam as conexões ativas (testar, editar credenciais, desconectar) e conectam provedores novos. O app mobile tem a mesma tela e usa a mesma API. Quando o provedor usa OAuth, o fluxo abre no próprio aparelho.
Sincronização
Ao abrir a visão geral de uma integração, a sincronização dispara em segundo plano: os registros já conhecidos aparecem na hora e são atualizados quando ela termina, sem travar a tela.
A sincronização é idempotente: reenviar um registro já mapeado atualiza o vínculo existente em vez de criar outro.
O que vem junto com o cadastro
Não só nome e documento. Vem endereço completo, telefones, inscrições estadual e municipal, CNAE, regime tributário, dados financeiros (limite de crédito, condição de pagamento, chave PIX), contatos, tags, campos customizados e as datas de criação e alteração no provedor.
Esses dados alimentam três coisas:
- O cadastro aqui: endereço e dados fiscais são preenchidos quando ainda estão vazios. O que a empresa já preencheu à mão nunca é sobrescrito.
- A tabela de registros: as colunas são montadas com os campos que aquele provedor realmente enviou, então cada integração mostra o que tem.
- A geração de contratos: quanto mais campos vêm do cadastro, mais variáveis do modelo se resolvem sozinhas.
Gerar contratos a partir dos cadastros
Sincronizada a conexão, os cadastros do provedor viram clientes na Contrasync, identificados pelo CNPJ ou CPF. Na visão geral da integração, a empresa seleciona registros e abre Gerar contratos, em quatro passos:
- Tipo: um contrato por cliente (o padrão) ou um único contrato com todos como partes.
- Fluxo: qual fluxo publicado usar. Cada etapa mostra o que será exigido nos contratos gerados, incluindo revisores e signatários internos.
- Variáveis: preenchimento em massa. Cada variável pode assumir um campo do cadastro (nome, documento, e-mail, telefone), um valor único para todos, ou passar a ser preenchida registro a registro. Variáveis com nome equivalente a um campo já vêm mapeadas, e cada registro mostra quantas estão resolvidas.
- Revisão: a prévia do contrato de cada cliente, com as variáveis já substituídas, navegando entre os registros antes de gerar.
Nome do contrato e vigência (com opção de prazo indeterminado) valem para o lote inteiro. Gerado, cada registro passa a exibir a data do contrato e sai das próximas gerações em massa. Ao final, a tela confirma quantos contratos foram criados e volta para a listagem.
Registro que já tem contrato não entra numa nova geração: se a seleção incluir algum, a tela avisa e bloqueia até removê-lo. Para criar outro contrato com esse cliente, o caminho é a ação individual no registro.
O vínculo entre o registro e o contrato é apurado pelo documento (CPF ou CNPJ), não pelo identificador interno. Isso resolve o caso da pessoa física que aqui é uma pessoa e lá é um cadastro de empresa com CPF. O vínculo segue a vigência: só contrato ainda válido marca o registro como contratado. Encerrado o contrato, o registro volta a ficar disponível, e o painel passa a mostrar "criar contrato" no lugar de "abrir contrato".
Aviso diário de quem ficou sem contrato
Uma vez por dia, às 9h, a plataforma varre as integrações conectadas: primeiro sincroniza cada conexão e só depois apura quais cadastros ainda não têm contrato. Havendo registros nessa situação, o proprietário e os administradores recebem um aviso perguntando se querem gerar os contratos.
O aviso chega por três canais, respeitando as preferências de notificação: na plataforma, por e-mail e por WhatsApp (só para quem ativou esse canal). O título nomeia o provedor e o corpo diz quantos clientes daquela integração estão sem contrato. O botão Gerar contratos leva direto à tela da integração.
Para não virar spam, cada integração é lembrada no máximo uma vez a cada cinco dias.
Espelhar o contrato no provedor
Ao gerar contratos a partir de uma integração, cada contrato é espelhado de volta no provedor, quando ele suporta esse tipo de objeto. O cliente também é criado lá, se ainda não existir. O vínculo fica guardado, então reenviar atualiza o mesmo objeto em vez de duplicar.
O contrato nasce no provedor como rascunho e passa a ativo quando é concluído aqui.
O tipo criado depende do cliente: empresa vira empresa ou organização, pessoa física vira contato ou pessoa. Campos que o provedor não tem de fábrica (CNPJ, CPF, vigência) são criados automaticamente no primeiro envio.
Nem todo provedor aceita nas mesmas condições. Quando a condição não é atendida, a geração acontece normalmente aqui e a tela avisa o que falta:
| Provedor | Condição para espelhar o contrato |
|---|---|
| Omie | Precisa ter uma categoria financeira de receita cadastrada |
| HubSpot | O app conectado precisa ter permissão de negócios |
| Conta Azul | A conexão precisa apontar um serviço padrão, porque o contrato de lá é sempre faturado por um item |
| Salesforce | O contrato exige uma conta, então só cliente pessoa jurídica é espelhado |
| Bling e Pipedrive | Nenhuma |
Duas limitações no reenvio: o contrato do Conta Azul não aceita alteração (reenviar cria outro) e o Bling registra a vigência final só por mês, sem o dia.
Enviar para o provedor um contrato criado aqui
Funciona no sentido inverso também. No detalhe do cliente, a ação Sincronizar com ERP/CRM abre a escolha da integração e envia o cadastro do cliente e os contratos dele. A escolha é múltipla, então dá para espelhar em vários provedores de uma vez, e os provedores em que o cliente já está sincronizado não aparecem na lista.
Na listagem de clientes internos existe o envio em lote: com clientes marcados, sincroniza só os selecionados; sem seleção, sincroniza todos. Clientes sem contrato ativo são ignorados no lote.
O espelhamento é idempotente por conexão: contrato já enviado para um provedor não é reenviado.
A situação exibida na listagem reflete o estado real: ativo quando existe contrato vigente, inativo quando não.
Copiar um cliente entre integrações
Na visão geral de uma integração, um registro que já tem contrato mostra a ação Copiar para outra integração: o cadastro (com tudo que a sincronização trouxe) e os contratos dele são criados na integração escolhida. A integração de origem não aparece entre os destinos, e cliente que já existe no destino é atualizado, não duplicado.
Só dá para copiar cliente que já tem contrato na Contrasync. A plataforma espelha a carteira de quem contrata por aqui; ela não é uma ponte de migração de dados entre CRMs.
Exemplos
- Feliz: a empresa conecta a Omie, sincroniza, seleciona 12 clientes e gera 12 contratos de uma vez, cada um espelhado de volta no ERP.
- Borda: a conta da Omie não tem categoria financeira de receita. Os contratos são criados aqui e a tela avisa o que falta para espelhar.
- Falha: a seleção inclui um cliente que já tem contrato. A tela bloqueia a geração em massa até que ele seja removido.